Concerto de Natal do Nickito

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O primeiro concerto de Natal na escola a gente nunca esquece  – mesmo que seja o do segundo filho 🙂

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Ontem foi dia do Concerto de Natal do Nickito que, quase não vai, porque armou um barraco de proporções inexplicavelmente gigantescas porque… não queria tomar banho, que tal?

Mas ele não gosta de tomar banho?, você perguntaria.

Bom, se ele não gosta, finge muito bem, porque cada vez que entra no chuveiro, é difícil arranca-lo de lá. E não fica enrolando, não, toma banho direitinho e sai sempre muito cheiroso. Mas ontem resolveu encrencar. E a encrenca foi feia.

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Mas sabe o que é mais interessante? É que assim como ele começou a berrar do nada, do nada ele parou. Num segundo estava berrando como se o estivéssemos matando, no segundo seguinte, interrompe o choro como quem aperta um botão mágico dizendo “ok, vou pro banho”. E foi. Vai entender, peloamor de Deus!!!

Tomou seu banho, colocou sua indumentária (calça social preta, camisa social branca e gravata – uma riqueza, gente!) e voltou a ser o Nick bonzinho. E quando eu digo que o molequinho é bipolar, me acham exagerada. Só estando aqui pra saber.

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Enfim, lá fomos nós.

Nickito estava ansioso, doido para sua estreia nos palcos da escola nova, mas cá entre nós, a produção deixou a desejar. As crianças até estavam bem ensaiadas, mas pareciam robozinhos, paradas, sem coreografias, sem expressão. Somente o Nickito se mexia, impressionante.

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É querer demais de crianças tão pequenas? Não acho. Na Cheltenham Primary, escola deles lá na Austrália, os festivais eram muito mais emocionantes. As crianças além de cantar  e atuar, dançavam coreografias fofas, tudo sempre muito bonitinho. Aqui, apesar do cenário ser mais alto nível e o teatro maior, com direito à balcony e transmissão ao vivo, achei que faltou animação, emoção. Nem chorei, vê se pode?! Consegue me imaginar indo a um evento dos meninos e não chorar? Pois é. Fazer o que se eles não tem uma Mrs. Day aqui, não é mesmo? Enfim, senti falta da emoção, do movimento, sensação de acolhimento.

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Mas valeu a experiência, valeu ver meu pequeno,pela primeira vez, num ato de Natal. E cantou tão bonitinho ❤

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Semana que vem, será o Concerto do Vivi. Altas expectativas, já que ele, além de cantar, interpretará o personagem vencedor do Spelling Bee, Ferris Whiller.

Detalhe: terá participação do papai, gritando “that’s my boy”, da platéia. Sério! Quem viver verá 😉

 

Segunda Colorida

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Esta semana, eu e o Nick inauguramos a Segunda Colorida, nossa atividade semanal, depois da escola, quando pintaremos, desenharemos ou faremos alguma atividade craft após o Colégio.

Vivisauro não participará, porque às segundas, ele tem atividades esportivas no colégio após as aulas. Nickito adorou a ideia de ter um quality time com a mamãe.

Separamos as tintas, organizamos a mesa e começamos. O mais difícil é saber o que desenhar/pintar. Não, minto, o mais difícil é tentar contornar as frustrações do meu pequeno perfeccionista quando algo sai errado na pintura. Ele fica tão, mas tão nervoso, que quase rasga o trabalho todo.

Pra mim, a Segunda Colorida é praticamente uma sessão de terapia, de meditação, relaxo, nem ouço o mundo ao meu redor. Não me preocupo com absolutamente nada, o que está torto permanece torto, o que está borrado permanece borrado. Minha motivação é não pensar em absolutamente nada, só focar nas cores e nas formas, mas… meu parceirinho se estressa tanto que eu acabo tendo que intervir no seu trabalho e mostrar que tudo tem conserto.

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No fim das contas, tudo terminou bem, e o cute dog do Nickito, que a princípio tinha uma patinha fofa acenando, acabou segurando uma maçã, rs.  E meu cachorro maluco, apesar de ter sido chamado de dragão e girafa, terminou até que bem simpático 😉

A primeira neve em Seoul

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Estávamos sentados à mesa, já no fim da manhã, tomando nosso brunch, quando o marido nota: está nevando!

Eu, que odeio frio e tenho trauma neve, pulei instintivamente da cadeira e corri em direção à janela para ver de perto.

Não adianta, por mais que eu não goste de tempo frio, é impossível resistir à poesia da neve caindo, ainda mais quando vem assim mansa e derrete antes de tocar o chão.

Ficamos ali apreciando a neve por alguns minutos. Tiramos fotos, filmamos, muito embora quase não desse pra ver, de tão singela.

Os meninos foram à loucura e já começaram a fazer planos para quando a neve cair de verdade. “Podemos fazer um snow man, brincar de  snowball fight, provar a neve!”

Mas por ora, tivemos somente uma amostrinha, só mesmo pra entendermos que é isso aí, a neve vai chegar, o frio vai se intensificar e o melhor a fazer é a ideia abraçar 😉

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Em pensar que eu ainda tinha planos de voltar ao parque para tirar mais fotos do outono… Agora só ano que vem.

Mas ó, estou mesmo disposta a não reclamar do inverno (só um pouquinho, vai) e tô até planejando um passeio nas montanhas para “curtir” a neve. Bem, na verdade, o passeio será para as crianças curtirem a neve. Minha motivação maior é tirar fotos deles curtindo e, no fim do dia, tomar uma caneca de chocolate quente em frente à lareira num chalé bem simpático e quentinho. Será que encontro isso aqui?  Vamos ver!


PS. A gripe que desmontou o Mauricio esta semana está querendo me pegar. Oremos.

Quadros nas paredes, finalmente!

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Esta semana iniciamos o processo de preenchimento das paredes. Na verdade, antes do preenchimento, foi necessário remover aqueles detalhes decorativos de gosto duvidoso e refazer o papel de parede (aqui na Coréia, eles usam um papel de parede básico, mas diferente, em vez de pintar as paredes). Ou seja, trabalheira.

Mas, não tenho do que reclamar, porque agora, como diz meu marido “we have a guy”, hahaha – um faz-tudo coreano que, preparem-se, fala inglês! What a joy! 🙂

Mr. Jeoung fez vários serviços pela casa, finalizando com os quadros na parede da sala.

Claro que ainda tenho molduras sem fotos e outras implorando para que as fotos sejam trocadas, mas gente, já tô mais felizinha, viu?

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Na noite anterior ao dia de pendurar os quadros, marquei um a um, no lugar certinho, para não haver dúvidas, nem confusão. Já me bastou uma das prateleiras no quarto do Nickito não ter ficado alinhada às demais.

O hilário foi ver a reação do Mr. Jeoung e seu irmão (que happens to be his assistant as well), ao ver minhas marcações. Sorriram de orelha à orelha, dizendo “assim fica muito fácil”. Claro que àquela altura, eles já tinham ideia do meu nível de loucura, mas ter tudo milimetricamente marcado na parede foi a confirmação do elevadíssimo nível de loucura.

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Bom, o importante é que agora temos quadros nas paredes. “Só ” falta preenche-los. Mas algo me diz que não será uma tarefa fácil e que, no mínimo, vai levar aí um mês, até dois, para eu me decidir.

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Sou tão pá pum com meus clientes e tão indecisa comigo mesma… Oh vida.


Viram que agora temos cortinas? Tá começando a ficar com jeito de sweet home 🙂

Só mais um pouquinho do outono

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No último domingo, demos uma saidinha, na verdade, para tentar ir ao mercado, entretanto, ele estava fechado. Não foi a primeira vez que isso aconteceu, logo concluímos que, em geral, os mercados não abrem aos domingos.

Para não perder a viagem, demos uma esticadinha até o parque perto do estádio e que bela surpresa foi ver que o outono ainda estava em alta por lá.

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Cenário lindo de viver, gente! Uma pena eu não ter levado a câmera (ainda não estou levando a câmera quando saio para ir ao mercado, rs) e o meu celular estar com a bateria nas últimas. Só consegui clicar umas poucas fotos antes dele apagar 😦

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Antes poucas fotos do que nenhuma né?

Este outono certamente deixará um gostinho de quero mais.

 

Rapidinha – Quem sai aos seus não degenera

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Nick sai do quartinho dele, passa pela sala, entra no meu quarto, olha em volta e diz:

“mamãe, seu quarto está muito sem nada… que tal colocar uma shelf com uns grownup books aqui, uns quadros ali, umas mesinhas ao lado da cama, uma luzinha, umas almofadas… acho que vai ficar muito bom!”

Sim, sempre me deixo por último. Meu quarto é O cômodo da casa que ainda não sofreu nenhuma intervenção e se resume à cama (mentira, o office também tá lamentável e se resume a mesas, estante e bagunça).

Sim, seguirei o conselho do Nick.

Sim, filho de peixe, peixinho é.

E, por último, mas não menos importante, sim, ele é o meu cliente mais difícil.

Não que o Vivi seja fácil, é bem difícil também quando o “clientinho” não escolhe nada, acha que tá tudo bom, não dá dicas do que quer e me faz penar para adivinhar o que o fará feliz, mas ainda acho que o Nickito é pior: não aceita sugestões e é teimoso que só. Haja tato para negociar com meu eterno insatisfeito – até hoje me pergunta se o quarto dele “tá pronto mesmo”, tá sempre querendo enfiar algo mais naqueles pouco mais de 9 meros quadrados.

Um saiu à mãe o outro, ao pai. Ambos gostam de ter o quartinho arrumadinho, bonitinho, só que um é difícil de agradar e o outro prefere não opinar 😛 Os extremos.

Minha próxima intervenção não será o meu quarto, mas o office do marido, na universidade. Vejamos o que acontecerá.

Quem são esses meninos?

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Este fim de ano, teremos Christmas Concert do Vivi e do Nick, para tanto, tive que providenciar roupinhas sociais pros molequinhos (obrigada, AliExpress, por existir).

Pro Nickito que participará do coral, calça preta, blusa branca de botão e gravata colorida. Pro Vivi que além de cantar, participará de uma encenação, calça preta, blusa branca, gravata borboleta, suspensórios e óculos de nerd (ele interpretará o vencedor do Spelling Bee Contest – só espero que ele soletre direitinho, afinal, a vitória é certa, rs)

Fiquei apaixonada pelo look da duplinha. Tão lindos, tão fofos! A mamãe aqui babou e ficou com vontade de só vesti-los assim, rs. O Nickito, que é todo engomadinho, ia amar, já o Vivi que é the cool guy, jamais embarcaria na viagem da mamãe, rs

Bom, pelo menos uma vez por ano eu posso vesti-los assim 🙂

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Pena que eles crescem tão rápido, né?

Ai ai…

Alimentação, estresse, auto-imune e minha vida coreana

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Desde que chegamos aqui, há pouco mais de um mês, minha alimentação tem descido a ladeira, de tamanco e com a lata d’água na cabeça. Tá complicado, viu?

Não sei como ainda não ganhei peso, mas o engraçado é que apesar de ainda estar me sentindo esquelética, meu corpo já está diferente, sinto novamente o desconforto que a má alimentação me traz.

Eu sei que prometi ser menos reclamona e focar nas coisas positivas, mas gente, no início do ano passei por um processo doloroso de reeducação alimentar e transformei completamente meus hábitos alimentares . Foi duro, sofrido, muito difícil mesmo, pensei que jamais conseguiria, mas passei 45 dias sem consumir um grão de açúcar, nem glúten, nem leite de vaca, ou derivados. Nem milho, nem batata de espécie alguma, nem laranja, nem banana, nem coco, nem uma porção de outras coisas. Chocolate? Zero. Foi a parte mais difícil de todas, mas acredite, fiquei curada do vício que me acompanhou desde o berço.

Passados os 45 dias de privações dificílimas, voltei a comer muita coisa, mas de maneira totalmente moderada, mesmo porque, meu organismo já não pedia mais açúcar como antes. Chocolate não fazia mais parte do meu dia a dia, leite, só de vez em quando, quando batia aquela vontade de tomar chai latte. Farinha de trigo eu nem sabia mais o que era. Só consumia pão sem gluten (quem diria, Erica!) e estava passando muito bem, com muito mais energia e com os sintomas bem amenizados.

Estava feliz, com o Sjogren controlado (sabia que as doenças auto-imunes estão altamente relacionadas à alimentação? Pois é. Pude comprovar como os sintomas melhoram quando não consumo leite, nem glúten), até que… começamos a movimentar a mudança.

Não vou mentir, mesmo com a alimentação controlada, nas semanas que antecederam a mudança, o estresse foi tamanho que os sintomas começaram a aflorar, entretanto, graças à alimentação, suponho, não cheguei a ter uma crise braba.

Aí, chegamos na Coréia, país onde não se fala de gluten free, país onde em casa esquina há uma padaria repleta de pães de todos os tipos, inclusive aqueles bem macios e docinhos que são deliciosos puro veneno, sabe? Acredite, até pão francês encontrei aqui! Pão francês – tem noção? Isso pra não dizer que tudo nesta terra é doce. Até o salgado é doce. Tudo leva açúcar (e não é o demerara). Essa história de que coreano se alimenta bem é pura balela. O que você mais vê por aqui é fritura, carne de porco, pães e doces (não sei como coreano é magro!).

O fato é que a qualidade da minha (nossa) alimentação vem deteriorando. Não só é difícil encontrar comida “normal” nos mercados, como é impossível encontrar glúten free (quando encontro é no iHerb, online, e um pacotinho custa o preço de uma perna). E vou te contar um segredo: se passar pelo processo de reeducação alimentar é dolorido, demorado e exige esforço e dedicação, sair da linha é fácil, rápido e só não é indolor, porque eu sinto claramente a consequência no meu corpo que não consegue acumular a energia necessária para um dia inteiro normal.

Há um mês, eu ainda celebrava o fato de não mais precisar comer doces todos os dias, celebrava uma vitória que jamais imaginei que fosse ter, mas há duas semanas comecei a ter desejos de chocolate, desejo daqueles fortes. Desejei até comer geléia a colheradas, tamanha era a necessidade de doce. Por quê? Porque mesmo eu não comendo doces, os pães começaram a ser interpretados pelo meu organismo como açúcar e uma vez que o processo de obtenção do açúcar foi reiniciado, a evolução (ou involução) é rápida.

Resumo da ópera: estou ferrada.

A alternativa é viver somente de ovos, carnes, frutas, vegetais e sementes (nem um queijinho de ovelha encontro aqui). Mas como viver assim se eu não sou sozinha? Se os meninos gostam de bolo (eu também), se várias receitas levam trigo (e eu não encontro substitutos). E para comer fora, como faz?

O problema é que uma vez que voltei a comer queijo e pão e até chocolate (não da maneira que fazia antes, mas voltei), meu corpo está desejando essas coisinhas mais intensamente, o que me faz sucumbir, sempre no fim do dia. O estresse também ajuda, quer dizer, atrapalha. Além de me fazer desejar doces e pães e comfort food em geral, por si só já desencadeia o cansaço, a falta de energia, a boca seca, os olhos secos, os cabelos ressecados, a pele craquelada.

Tenho até sido assídua na minha meditação de cada dia, e graças a isso ainda não enlouqueci. Tenho também escrito bastante no blog, o que me ajuda bastante a manter a sanidade. Tenho até me forçado a me animar com relação às coisas que precisam ser arrumadas na casa (ontem mesmo finalizei a parede de ousa no quarto do Vivi). Mas ainda assim, essa alimentação desequilibrada me traz consequências reais que, para serem revertidas novamente, me custarão mais do que antes.

Enquanto isso, estou aqui, esperando que os Deuses do gluten free façam um milagre e me apontem a direção e aguardando também minha consulta com o reumato, rezando para não ter nenhuma notícia indesejada após os tantos exames que fiz.

 

As cores do outuno

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Este domingo fomos ver as folhagens de outono.

Meu plano era ir a algum parque, palácio ou templo, mas o marido, cê sabe, né? É meio preguiçoso, então foi logo cortando minhas asinhas quando sugeri Nami Island. “Pô, a gente tem uma floresta aqui atrás! Dá pra ir caminhando… pra quê ir pra longe se tem folhas aqui do lado?”

Oh, well, do jeito que eu ando cansada, nem argumentei, até porque se o programa acabasse virando de índio, eu seria a culpada.

Lá fomos caminhar pelo “quintal” mesmo, fazer o quê? rs

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Vivi, como de costume, foi reclamando, se arrastando. Mal saiu de casa, já estava querendo saber onde iríamos comer… Tô pra ver criança mais preguiçosa, viu?

Nickito, por sua vez, ficou todo animado. Ele adora as folhagens do outono e se diverte procurando cores diferentes. Tão bem humorado, esse little guy…. quem passa e vê não faz ideia de como ele é difícil no dia a dia, rs

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Uma das coisas mais bacanas (e difíceis) de se morar aqui e ali é ter a possibilidade de mergulhar em culturas totalmente diferentes. Aqui na Coréia muita coisa é bem diferente, algumas deixam nossa vida mais difícil, não vou negar, mas outras nos faz reavaliar a maneira como encaramos a vida.

Uma coisa que notei desde nossa primeira semana aqui é que os idosos, por mais chumbadinhos que estejam, por mais que precisem do auxílio da bengala, por mais que ainda assim, com a bengala, o caminhar seja difícil, eles caminham. Caminham diariamente, mesmo com as perninhas tortas. Eles também fazem exercícios para força e flexibilidade nas estações que permeiam as trilhas. Chova ou faça sol, lá vão eles (especialmente as senhorinhas) nas trilhas ou pelas escadarias. Nos dias de muita poluição (os índices aqui são bem altos), colocam suas máscaras e nada os impede de levar a vida mais saudável que conseguem.

Fica a lição pra quem vive arrumando desculpa pra não se exercitar (eu): “ah, mas eu gosto de caminhar na praia”, ou “nossa, tá muito frio pra caminhar!”ou ainda adoro yoga, mas praticar em casa é muito solitário”. Ai, Erica, vê se aprende alguma coisa com as senhorinhas coreanas das perninhas tortinhas, viu!

Enfim, no final das contas, nossa caminhada no quintal foi bem gostosa, muitas árvores coloridas, uma trilha bonita e ainda uma bela lição.

Saindo dali, fomos tentar almoçar no Outback (quase pirei quando vi um Outback aqui em Sinchon! O que três meses na Coréia não fazem com a pessoa, rs), mas assim como no Brasil, tinha fila e a espera era de uma hora. Fala sério, passei dessa fase. Nem a cebola, nem a batata, nem o pãozinho, nem o brownie com sorvete me fazem esperar durante uma hora, em pé, na fila para almoçar no Outback. Sim, tô velha.

E como tudo tem seu lado positivo, acabamos indo parar num Thai maravilhoso (fazia milênios que não ia a um thai!! Desde a Austrália!), bom, bonito e baratoooo. Uma ida no brasileiro paga 3 idas ao thai, acredita? E olha que não é thai pé sujo, não, viu? Muito bom mesmo. Comi até não aguentar (e isso me faz lembrar que todo aquele processo doloroso pelo qual passei no início do ano para reeducar minha alimentação, foi pelo ralo desde que pisei na Coréia. Mas isso é assunto para outro post).

E assim, uma florestinha aqui, um thailandês ali, nosso domingo despretensioso acabou sendo só sucesso.